Diplomata económico do ano é embaixador de Portugal nos EUA

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O prémio, atribuído anualmente pela Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), foi entregue ao diplomata durante o seminário diplomático, em Lisboa.
A associação empresarial explicou que a escolha de Fezas Vital se baseou no “desenvolvimento de uma notável ação comercial de apoio às exportações portuguesas e de preservação das boas relações económicas entre os dois países, no complexo contexto das relações comerciais dos Estados Unidos com o resto do mundo”.
O júri do prémio destacou particularmente “o trabalho realizado com êxito pelo embaixador junto do Departamento de Comércio dos Estados Unidos para reversão de taxas ‘antidumping’ para empresas portuguesas” e “o seu relevante papel na preparação e execução com sucesso da iniciativa do mês de Portugal nos Estados Unidos em junho de 2018”, que contou com a participação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa.
“Foi de novo um ano difícil porque havia candidatos muito fortes”, disse à Lusa o embaixador e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros António Monteiro, presidente do júri, composto por Bruno Bobone, presidente da CCIP, Paulo Portas, vice-presidente, e Miguel Horta e Costa, membro da direção.
“O embaixador Fezas Vital, que está em Washington desde 2015, tem sabido e podido ajudar a que Portugal preserve com os Estados Unidos uma relação bilateral estável e progressiva. De facto, e apesar de alguma turbulência, o nosso relacionamento com os EUA tem corrido muito bem, tem até tido algum incremento notável, […] muito apoiado pelo nosso embaixador, pela sua presença, pela sua disponibilidade”, explicou.
Segundo a CCIP, o mercado norte-americano absorve mais de 5% das exportações nacionais, as quais, desde 2013, tiveram um crescimento anual de 8,6%.
O prémio Francisco de Melo e Torres é atribuído desde 2013 pela CCIP ao chefe de missão diplomática que, ao longo do ano, se tenha destacado na defesa e apoio à internacionalização de empresas portuguesas e na captação do investimento estrangeiro, contribuindo para o crescimento da economia portuguesa.

 

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