Quando a China despertar… para o golfe

by • • • Comments (0)

 

“Quando a China despertar, o Mundo tremerá”, a profecia que, há mais de duzentos anos, foi atribuída a Napoleão Bonaparte, seria recuperada no séc. XX para título de um livro cujo autor também antecipou o domínio do mundo por este gigantesco país. Não se enganou. Os 10,1 trilhões de dólares do PIB fazem da China a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
E, o que acontecerá, se este gigante despertar… para o Golfe?
Em Portugal, apenas 0,15% da população joga Golfe, pois o desporto ainda continua muito identificado com as elites. Com uma base de recrutamento tão diminuta difícil será aparecerem muitos e grandes campeões nesta modalidade.
E na China? Se esta mesma percentagem do seu povo tivesse acesso ao Golfe, quantos campeões apareceriam de uma base de formação de mais de três milhões de jogadores?
A resposta não é muito difícil de descortinar sabendo-se do que este país é capaz de alcançar quando se mete a sério em qualquer projeto.
Enquanto essa abertura não acontece por questões ideológicas que ainda impedem a construção de mais Campos de Golfe acessíveis, outras realidades e números já colocam a China no topo do mundo, a saber:
Já tem os dois maiores resorts de Golf do Mundo, em Guangdong e em Hainan (Mission Hills);
Ao nível da indústria a China já é um dos maiores exportadores de equipamento e de acessórios de Golfe;
Dois eventos do European Tour já figuram no Top Ten dos eventos com maior Prize Money do Circuito;
Na estreia do Golfe como modalidade Olímpica no Brasil, uma golfista chinesa já deu a primeira Medalha de Bronze ao seu país.
Só falta mesmo pôr mais chineses a jogar para que este país assuma o estatuto de uma das maiores potências mundiais desta modalidade.

Rui Portela
CEO Golfsport

 

Pin It

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *