SENCON

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Decorreu em Dakar, a capital do Senegal, entre os dias 20 e 23 de Fevereiro, a edição de 2018 do Salão Internacional da Construção Civil e Infraestruturas (SENCON), uma rampa de lançamento para empresas nacionais do ramo da construção civil, obras públicas, arquitectura, engenharia e infraestruturas que demonstraram interesse em estabelecer negócios nos mercados da África Ocidental. Neste salão, os participantes tiveram a oportunidade de mostrar as tecnologias, produtos e serviços que se desenvolvem em Portugal, a empresas e investidores de outras 15 nacionalidadesque operam nas mesmas áreas de negócio.

O Espaço Portugal foi o que ocupou maior área do Salão, com duas dezenas de empresas a participarem no certame,  cujo objectivo é contribuir para a afirmação do mercado nacional na região ocidental de África. Esta iniciativa foi igualmente uma oportunidade para aproximar, ao longo da semana,  empresários e investidores nacionais com os seus homólogos africanos.

O mercado da África Ocidental (CEDEAO) está em expansão, contando de momento com 300 milhões de consumidores de países como Costa do Marfim, Burkina Faso, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Níger, Senegal ou Serra Leoa e beneficiando de diversos acordos económicos estabelecidos por estes países, inclusivamente,  a livre circulação de capitais, à semelhança do que acontece no Mercado Único europeu.

Este encontro anual, que reúne centenas de empresas, e que decorre na capital senegalesa, tem como finalidade servir de porta de entrada aos mercados da África Ocidental, apresentando diferentes oportunidades aos seus participantes. As empresas presentes no SENCON ganham a hipótese de entrarem no mercado de livre circulação estabelecido pela CEDEAO.

As empresas que estiveram presentes neste evento também poderão vir a beneficiar dos serviços de mão-de-obra oriunda de todos os países dos 15 membros da União Económica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA). Os cidadãos comunitários poderão deslocar-se livremente para qualquer país desta comunidade económica, bem como aí residir e permanecer, afim de exercer a sua actividade profissional, numa relação de sinergia, que tem como propósito fortalecer as relações internacionais.

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